Divirto-me com as palavras como as crianças se divertem com as gotículas de água escorrendo
no vidro do carro em dias chuvosos...
Faço de cada verso uma gotícula que escorre até o fim da linha e por fim se transforma...
Transforma-se em vapor de expressão, e se esvai...
Minha tristeza é de que alguém tente apagar as gotículas, ora!
Em que mais destinarei meu tempo para concentrar?
Não é preciso dizer que essa vista embaçada oculta o mundo lá fora,
Mas de quê importa? Se as gotículas são o meu mundo agora...
E sob minhas retinas de jovem não mais blindadas, fluem, e como o rio deságua no mar...
Elas desaguam na imensidão do vidro...
Positivamente enalteço a formosura da natureza cuja qual deparo incessantemente
Que cessa o péssimo pensamento de que lá fora está cinza e sem sol
Mas de quê importa? Se as gotículas são linhas tão normais para os adultos
[...] São linhas fantásticas para as crianças, meras sonhadoras
que pelo desconhecimento das sequências,
[...] Não sabem de "nada", e assim, são as verdadeiras sábias.
Gustavo Monteiro de Freitas
no vidro do carro em dias chuvosos...
Faço de cada verso uma gotícula que escorre até o fim da linha e por fim se transforma...
Transforma-se em vapor de expressão, e se esvai...
Minha tristeza é de que alguém tente apagar as gotículas, ora!
Em que mais destinarei meu tempo para concentrar?
Não é preciso dizer que essa vista embaçada oculta o mundo lá fora,
Mas de quê importa? Se as gotículas são o meu mundo agora...
E sob minhas retinas de jovem não mais blindadas, fluem, e como o rio deságua no mar...
Elas desaguam na imensidão do vidro...
Positivamente enalteço a formosura da natureza cuja qual deparo incessantemente
Que cessa o péssimo pensamento de que lá fora está cinza e sem sol
Mas de quê importa? Se as gotículas são linhas tão normais para os adultos
[...] São linhas fantásticas para as crianças, meras sonhadoras
que pelo desconhecimento das sequências,
[...] Não sabem de "nada", e assim, são as verdadeiras sábias.
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| Fonte: http://autismoerett.blogspot.com.br/2013_05_01_archive.html |
Gustavo Monteiro de Freitas

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